O que li enquanto escrevia meus livros

Oi, aqui é a Cínthia! Percebi que, depois de escrever dois livros, eu nunca contei como ou quando isso aconteceu. Principalmente, nunca contei o que eu estava lendo enquanto escrevia “Sake” e “Vai sonhando”. Livros não surgem do nada, inspiração também não. E apesar de eu não ter me inspirado em nenhum livro específico para escrever os meus, eu dei uma lida em algumas histórias que traziam o mesmo tema em que eu estava me aventurado – fãs e músicas, principalmente – para ver o que o tinha sido publicado por aí antes de eu chegar.

Muitos deles são títulos bastante comentados na internet, como “Fangirl” da Rainbow Rowell e “Sábado à noite” da Babi Dewet, então eu vou pular um pouco dessa repetição, apesar de serem livros que eu indico. Aqui vão duas histórias nacionais e bem divertidas que eu encontrei pelo caminho e não vejo muita gente falando sobre elas:

“Como quase namorei Robert Pattinson” da Carol Sabar é aquele tipo de comédia romântica adolescente que você poderia imaginar na Sessão da Tarde. Uma garota apaixonada pela série Crepúsculo embarca com a irmã e algumas amigas para um intercâmbio, doida para conseguir um espaço no programa de auditório em que estará o ator principal dos filmes da série. Não contente com o drama de não ter certeza se isso dará certo ou de perder seus livros no caminho, bom, talvez Robert Pattinson seja seu novo vizinho. Ou talvez não. Eu preciso dizer que, mesmo não sendo exatamente o meu tipo de livro, eu gritava de rir das situações mais bizarras que a autora narra.

“Quem vai ficar com Morrissey?” do Leandro Leal é um livro mais adulto, mas nem por isso a questão do fã super devoto fica de lado – e, para mim, relembrar ao mundo que fãs não são apenas garotas gritando pelo Justin Bieber é sempre importante. Aqui, o protagonista está enfrentando o fim de um relacionamento com uma garota que ele ensinou a gostar de The Smiths. Agora, como qualquer bom fã meio metido a sabichão, ele quer de tudo quanto é jeito que a ex-namorada simplesmente pare de gostar de qualquer coisa que tenha a ver com sua banda preferida. Afinal, é dele. Ele é tipo o cara mais chato do universo, mas não dá para não se solidarizar com a questão.

Ficam as dicas para quem estiver procurando alguma leitura desse tipo. No mais, você pode conhecer e comprar “Sake” com desconto e “Vai sonhando” direto comigo na seção Loja.

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